Bistrô Rivadávia


The Theater Magic again

Buenas! Sei que já foram muitos posts sobre o assunto, que já ficou um tanto quanto batido por aqui, mas é impossível não comentar sobre, principalmente porque meu fim de semana foi rodeado por ele, e movimento bem o bistrô nos termos de pesquisas! Sim, mais uma vez O Teatro Mágico ganha espaço por aqui.

Fim de semana na capitar Berozonte, tudo antecipadamente programado…o alvo: show do Teatro Mágico no Music Hall. Meu querido frater e sua família se programaram todos para ir ao show, seu irmão mais novo é um prodígio no violão e um fã decretado da trupe do Anitelli. Como promessa é divida, prometi ao garoto que ele iria sim ao show e ainda tirar uma foto com o Fernando, ao frater em nome de nossa amizade e carinho com sua família também prometi o melhor lugar no show, e como bem sabem promessa é dívida!

Rumamos para BH, hospedei-me na casa da amiga e chegando por lá já tinha tarefas me esperando, dar um jeito em seu computador, e como um bom viciado em internet logo já deixei a máquina zerada, sem algum problema. Comprinhas no “Gadefur”, bobeiras na geladeira e prosas. A hora do show vai se aproximando e o frater me liga com uma noticias bem broxante, a melhor amiga de sua namorada tinha acabado de falecer em um acidente indo para sua cidade, climão. Segui para o Music Hall mais cedo para me colocar a disposição para ajudar em algo e rever os amigos da banda. Família postiça chegou e já os ajeitei na fila do camarote. Junto comigo ao show iria o ator Saulo Laranjeira, mas infelizmente ele não conseguiu chegar a tempo pois havia feito no mesmo dia um show em Sete Lagoas.

Espiada na passagem de som, prosas na porta da casa com o cumpadi Nenê dos Santos, como sempre e todo show tiro foto com algumas pessoas (não me pergunte por que). Até que o pessoal foi liberado para entrar, reservei uma mesa excelente, a primeira próxima ao palco e em frente ao bcasa lotada e show maravilhoso!! Ao fim do show o primo postiço tirando fotos com o pessoal, fui ao camarim dar um abraço no Fernando, muita conversa e risos e ai ele resolveu sair pra ver o pessoal lá fora.  Saímos juntos e intenção era pegar o pessoal de surpresa, nem adiantou pessoal todos nos viu passando por trás. Ficamos por lá enrolando, até quando já estava bem vazio ele pega um violão e começa o “Sarau da Madrugada”. Foi tudo muito bacana. Queria ainda cair na Mary, mas estava bem cansado.

Fernando na primeira etapa do Sarau da Madrugada

Fernando na primeira etapa do Sarau da Madrugada

Domingo tranqüilo com bastante sono, almoço com a família postiça no shopping, Mc Flury, conversa com o frater, a busca pelo ap ideal na cidade (projetos futuros, depois conto). E de volta ao lar doce lar…



A música da novela…
15 15UTC Outubro 15UTC 2009, 8:30 pm
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Aloha! Hoje dia do Professor, acho que um bom presente a estes seria boa condições de trabalho e um bom salário. Professor merece seu dia, não é fácil nos agüentar e ainda ouve e lê cada uma!!!

Mais uma vez meu assunto por aqui é música. E música de novela, fico numa raiva danada quando alguma música que gosto muito entra como tema de novela ou mesmo em sua trilha sonora. Manoel Carlos sempre manda bem em suas trilhas, mas o que deixa puto é que as pessoas passam a gostar de tal música se referindo a elas como “a música da novela”. De um lado acho interessante que boas musicas e de qualidade comecem a cair no gosto popular, combatendo um pouco as mazelas sonoras que andam permeando o mercado da música, porem de outro lado essa massificação tira a identidade da musica e a acaba banalizando.

Sempre fui apaixonado pela Maria Rita, uma das mais fabulosas vozes que conheço, unidas a uma performance incrível nos palcos, lembro quando “Encontros e Despedidas” e “Caminho das Águas” se tornaram tema de mini séries e novela na emissora do plim-plim, todo mundo só conheciam as músicas por isso, e desconsideravam a magnitude do repertorio da cantora que era tachada apenas como a filha da Elis, mas ela mostra ao que veio e encanta sempre. Agora temos o exemplo da brilhante Maria Gadu e Roberta Sá que se passam apenas por revelações da MPB, sendo que suas músicas já rodam a quem tem bom gosto a muito tempo, e ficam na boca do apenas enquanto durar a novela, depois a revelação se apaga.

È uma pena que não busquem informações sobre tais cantoras e seu repertório, é duro você cantarolar alguma dessas e ouvir: “Essa música da novela é ótima neh?”. Tá, ela não é só da novela e não gosto dela única e exclusivamente por causa da novela. Pra confessar nem novela eu assisto, minha Tv não é tão dominadora e burra!

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Reativação, e um fim de semana um tanto quanto duvidoso…

Salve! Pela saudade, necessidade e respeito a você leitor, o bistrô recebe novos posts. Não resisti ao pessoal cobrando e principalmente aos fatos do feriadão que mereciam ser registrados em algum lugar, e lógico que tinha que ser por aqui!

O feriadão começou bem na quinta-feira, com uma correria louca com os preparativos para o lançamento do caderno de moda aqui do tronco, e como tudo sempre sobra pro chef aqui… buffet, decoração, preparação da cerimonialista e a dor de cabeça da noite: o desfile das empresas anunciantes. A empresa contratada marcada para chegar as 17hrs, me aparece no horário do desfile…as 20hrs, sim eu enfartei! Mas no fim quase tudo certo! Muito espumante, salgados e boas risadas.

A sexta nem existiu, foi ressaca da quinta. Mas o sábado… este sim insanidade e minha integridade moral colocada em xeque. Frater na cidade com a namorada e a velha questão de todas as noites: tentar dominar o mundo, o que vamos fazer hoje?! Dei a minha boa dica, o Bar da Tia Elza (nota: Tenho ido lá frequentemente, se tornou para mim um dos melhores lugares da cidade, pela boa música que é o maior atrativo do lugar, excelente tira gosto baratíssimo no quilo e a deslumbrante voz da Tia Elza, confesso que tinha certo preconceito quanto ao local, agora já tenho cadeira garantida e cartão fidelidade.) Ligamos então para o amigo feliz, que estava em casa com o primo-tio-frater. Compramos as latinhas e fomos pra lá, tudo correndo bem até o álcool entrar e a felicidade contaminar a todos, excrusive a namorada do frater.

No auge da alegria alcoólica com a alegria cotidiana, o playlist do amigo feliz começa a tocar as famigeradas (mas gosto muito) Lady Gaga, Beyoncé, Madonna e a namorada do frater empolga-se e junta-se ao amigo feliz querendo muito ir pra buatchy das gay da cidade pra sijogar e bater cabelo. Insisti que não, mas eu era minoria e nunca que ia embora dormir bêbado no sábado a noite…

d347a94cc6aa28e5b3666582cefc94c0e3b55baf_m Chegamos na porta da tal, cara queimando de vergonha, e eu não acreditando na surrealidade daquela cena. Tá, eu freqüento o Mary in Hell e coisas semelhantes em BH, mas a quantidade de gatchenhas heteros sempre supera minha expectativa, pensei nessa mesma lógica para a buatchy daqui. Vai vendo… a demora pra entrar e a sensação péssima de estar em pé na porta, entrei e caí pra trás… me senti extramente desconfortável, o cheiro péssimo, apertado, 99,9% de homens (ou não) e parte desta porcentagem ainda estavam sem camisas, o pior é ter cumprimentar certas pessoas e ainda ouvir: “Nossa você aqui!”… bom depois da primeira cerveja até relaxei e me rendi as músicas, até que graças ao @OCriador, a namoradeenha do frater passou mau e tivemos que sair as pressas! De lá eu ainda não qurendo ir embora me despacharam pra Tiz Elza, sim, sentei lá sozinho e desfrutei da boa música, até que o irmão apareceu e nos embebedamos até as 06h30 da manhã, depois foi só comprar um pacotão de Doritos e viva a ressaca! Sitio no outro dia, piscina e sol o dia todo.

Enfim o dia 12/10, 10 anos dos Doutores Palhaços, rodamos todos os hospitais e missão cumprida no feriadão um tanto quanto duvidoso!!!

Para ler ouvindo: samba na parte da Tia Elza e qualquer música que toque em buatchy das gay pra batê kblo!



Malfitrôncio
29 29UTC Agosto 29UTC 2009, 5:45 pm
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O simpático e idiota Malfitrôncio, de autoria do querido Raphael Lawrence tem feito sucesso por aqui. Com seu humor negro e ás vezes inteligente tem conquistado o pessoal no orkut! E por aqui também tem bombado. Esse está fresquinho, saiu hoje:

Malfi



O velho problema do transporte…
25 25UTC Agosto 25UTC 2009, 7:52 pm
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Não sei se já confessei isso por aqui, mas uma das questões que mais me sensibilizam são as dos idosos. Crianças e semelhantes sim, mas não tanto quanto idosos que já gastaram suas energias durante toda uma vida e dependem diretamente da boa vontade alheia. Crianças possuem uma vida pela frente a ser seguida e sempre encontram amparo em algo. Idosos hoje não passam de coisas a serem cuidados, simplesmente objetos sociais a serem amparatos por um qualquer. Muitos já não são mais pais, avôs, mães, avós muito menos filhos e filhas são apenas humanos, carne envelhecida. Esta é a mentalidade de muitos jovens e adultos, que como diria minha saudosa avó: “para lá vão”!

O transporte coletivo é um2741960 dos principais meios das quais os idosos de baixa renda (a maioria) dependem para se locomoverem, e mais do que justo não pagam passagem. Em Divinópolis a empresa responsável pelo transporte coletivo já vem testando minha paciência há um bom tempo. Hoje presenciei o cúmulo da falta de zelo com seus usuários. Sou contra o modelo que adotam atualmente dos lugares reservados para usuários especiais (gestantes, idosos e deficientes). Ficam presos em poucos oito lugares destinados a estes, sendo que há uma demanda bem maior deste tipo de usuários. Penso que separa-los é uma forma explicita de preconceito e exclusão social. O argumento usado pela prestadora se serviço é de que antes os lugares não era respeitados e esta foi a única forma de deixa-los exclusivos. Aí são outros problemas, questão da hiper falta de educação da população como um todo. Falta de consciência e bom senso, criado por uma  série de questões que não vou abordar como políticas publicas para educação, mass medias entre tantos outros.

Hoje ao tomar o ônibus para vir para o ganha pão, me deparo com um ônibus extramente vazio e a parte reservada simplesmente lotada de idosos, sentados e de pé. Quase não consigo chegar a roleta. Idosos em pé se arriscado, fato que um quase se machucou ao quase cair, corpos fragilizados pelo tempo de expremendo por uma vaga no transporte público. As pessoas ao entrarem no onibus com o minimo de cuidado, empurrando os idosos para conseguirem chegar na roleta. Enquanto isso pessoas saudaveis vao confortavelmente com inúmeros espaços vagos. Outro fato absurdo foi que em determinado ponto o motorista parou para o embarque de uma rapaz, e no mesmo ponto estava uma idosa, o rapaz embarcou na vez da senhora o motorista simplesmente arrancou a deixando para trás. Confesso que xinguei e minhas lágrimas de ódio quase rolaram. Esta situação é inadimissivel, o serviço está ali para ser prestado e com QUALIDADE!

Me sinto envergonhado com estas situações, e mais ainda enfurecido quando vejo que o setor reclama por aumento salarial, e sobem o preço da passagem. Fato que temos boas pessoas trabalhando, é injusto generalizar, mas é também injusto pagar R$2,00 para um serviço que não liga a miníma para os usuários. Esta na hora de acordamos e criarmos o mínimo de civismo e educação, perdemos um pouco o egocentrismo e pensarmo que um dia também estaremos velhos. Juventude não é eterna, dinheiro também não. Hoje pagamos e vamos confortaveis na maioria das vezes, um dia infelizmente, vamos depender da boa vontade alheia…



E o sertanejo, vai dominar o mundo?!

Umas das partes mais sensíveis do meu corpo é sem sombra de dúvidas, meus ouvidos. E parece, que de certo tempo para cá, estão fazendo questão de abusar deles e principalmente da minha frágil paciência. O que anda me assustando são os produtos atuais de fácil consumo da indústria cultural. Sempre temos algo em evidência na inds. cultural, algo que gera e fomenta a cultura de massa, porém sabemos de um dos aspectos que caracterizam estes produtos como das culturas de massa: a efemeridade.

Axé, depois o funck queO Grito_Edward Munch deu lugar ao pagode, que por sua vez se tornou universitário e agora joga o sertanejo nessa universidade. Desde os tempos de ouro das plantações de tomate em Goiás nunca se pediu tanto os ritmos derivados dos sertão. Problema é que a união de dois nomes que formam alguma sonoridade interessante, conhecidos como duplas sertanejas já não são como aqueles AMIGOS! Que até por gostar das músicas conseguíamos tolerar rits como É O Amor e até mesmo fios de cabelo no paletó. Atualmente as duplas de transformaram em meios de transporte grupais, derivados do nordeste como bondes, aviões e tantos outros. Além dos universitários que choram e ligam e ainda são grossos, brutos e mandam calar a boca com uma facilidade naturalíssima. Ritmos deste jeito vendidos facilmente por novelas indianas (tudo a ver).

Em qualquer festa, ambientes de lazer, casas noturnas, e acreditem aqui na cidade até mesmo na maior lanchonete de fast food este tal sertanjo é praticamente a única alternativa para meus sensíveis ouvidos. Para balada você pode escolher (caso nas casas não estejam com os mesmo ritmos em um mesmo dia): pagode (com grupos de nomes com infinitas variáveis e do samba.), funck (MC’s importados) e o famigerado sertanejo. O que impressiona é que os gritos de TOCA RAUL são substituídos por CHORA ME LIGA e VOCÊ NÂO VALE NADA. Pop rock, mpb e o verdadeiro samba virou coisa alternativa, símbolo de falta de gosto  e para serem desfrutados precisam de um quase ritual hermético. Ou mesmo coisa de internautas.

A solução está justamente aqui, nesta linda ferramenta chamada internet. Faço um apelo as boas bandas, músicos e etc. que sabem e tem consciência desta prostituição do mercado musical, que liberem suas músicas na internet. Apelem aos downloads, incentive as novas ferramentas comunicacionais. Penso eu que uma parte desta dominação da inds. cultural é culpa de uma parcelas de músicos influentes que não se reciclaram e adaptaram as novas tecnologias perdendo espaço para a baixa qualidade. Não é toa que grandes gravadoras como a Som Livre estão investindo pesado em coletâneas sertanejas e principalmente apelando ao religioso.

Deixo os exemplos: O Teatro Mágico, Leoni, Móveis Coloniais de Acaju, Alarido,  que conseguem fazer música de qualidade e respeitam os ouvintes que gostam da boa música disponibilizando suas produções como alternativa de fuga das produções fordistas dos mass media. Musica de qualidade sempre existiu… graças ao bom Deus podemos desintoxicar com doses de Chico, Bethânia, Beatles e tantos outros nomes que parecem existir hoje apenas nos Pods Casts, infelizmente….



Na roda…
17 17UTC Agosto 17UTC 2009, 7:54 pm
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Sábado passei uma das mais agradáveis tardes de todos os tempos. Não foi praia, nem campo nem nada disso, o lugar não ajuda muito: Tenda Bier mas sim as vozes incríveis de Tia Elza e Marina Gomes. Alguns ja sabem que sou fascinado pelo samba de raiz, sempre mijogo no som do Odilara em BH de preferência no butiquim de St. Antônio. Há tempos que Tia Elza luta por eventos com a qualidade do samba na cidade, e com aquele vozerão, coloque qualidade nisso.

Fantástico o projeto Nós e o Samba, o repertório impecável! Bom em uma tarde poder tomar um cerveja ao som de Chico, Cartola, Noel e tantos outros nomes. O que não ajuda é a casa, sempre despreparada. Falta sempre algo e um número absurdamente pequenos de garçons. Ao converssar com o gerente ele disse que não esperava tanta gente… e olha que a casa nem estava lotada! Mas estava cheia com muita gente bonita e bem selecionada. Bem diferente do público que se vê por la normalmente, fiz questão de falar que não chego nem perto da casa, principalmente domingos a noite. Muito fácil atrair um determinado público com N bandas intituladas alguma coisa do samba que só tocam pagode. Este público só enche e não consome nada, além de queimar a casa. Espero que tomem consciência que o verdadeiro samba atrai um público diferente, que pode ser até menor, mas consome e gera lucros. E ainda na próxima um leva pelo menos mais 5 pessoas!!! Viva o samba.. eu entro na roda!

Finalmente agora posso constatar com fotos os posts hehe… Meu tio chegou de Miami e trouxe uma Kodak EasyShare C180, uma ótima camera para registrar os momentos! E também um estojo FA-BU-LO-SO de Drakkar Noir da Guy Laroche!

Inté!



Quinta é dia de #fashionday
12 12UTC Agosto 12UTC 2009, 7:19 pm
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Hi dears! Tive um insight semana passada de algo para fomentar o twitter e criar melhores condições de trabalho e harmonia a todos nós mortais! Já que temos no twitter o follow friday, ou music monday que tal o #fashionday  ás quintas?!

A idéia é muito simples, ao sair de casa ás quintas feiras capriche no look! Sim, tire sua melhor roupa do closet, passeu seu melhor perfume, dê aquela cuidada no visual e saia de casa. Pelo menos um dia da semana merecemos e é super importante cuidar um pouco mais de nós, além do que ficamos bem, recebemos elogios e ninguém peca por estar bem arrumado. Sabe aquela roupa de grife que você nunca tira do guarda roupa? Então, roupa é para usar! Não vá sair também como se fosse para um baile de gala ou uma balada, mas a idéia é estar bem arrumado, fashion e com um visual cuidado. As pessoas vão sentir a diferença e com certeza você também! Seja para trabalhar. ir a escola e etc…

A parte legal é partilhar no twitter os resultados, ou seja o que está usando (se for marca cite qual), além dos elogios que receber e a cara de espanto das pessoas ao seu redor, tudo porque você está cuidando do visual.

Já é amanhã! Vista essa idéia! E lembre-se: quinta é dia de #FASHIONDAY

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O Anjo Mais Velho
11 11UTC Agosto 11UTC 2009, 8:09 pm
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Tudo bem que o Anjo Mais Velho do Fernando é o Rodrigo, mas o meu é a trupe toda. Não há como não se emocionar com esse vídeo gravado em Itapecerica. Cada vez que me lembro é uma emoção, realmente foi lindo! Comprove:



Análise etária de DiviCity
10 10UTC Agosto 10UTC 2009, 9:22 pm
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Hi dears! A segunda começou bem cheia, correria principalmente quando sua produção está seriamente afetada por uma ressaca básica da noite de SÁBADO! Sim meu sabado continua sendo refletido. Também é somatização de um pequena vida social intensa. Tudo começou na quinta no Point Beer Teen da cidade (motivação deste post). Sexta rolou fuá na casa do Mysterious Man e não vou comentar sobre a surpresa da noite porque com certeza haverá algo em sua mente misteriosa!

Sábado rolou a festchenha brega da tia da buatchy do clube. Festa de família e as mesmas caras agradaveis de momentos e as falsidades básicas que rolam no meio social familiar. Mas nada disso me abala quando vejo ao longe o garçon servindo Black Label, me contentaria com chapanha básica. Me acabei nas garrafas e o resultado um domingo que não existiu e uma ressaca extensiva! Mas tudo bem, tudo vale a pena se a garrafa alma não é pequena!

Falando no Point Beer Teen, esta é uma análise realizada em conjunto com meu querido frater Gui Alves, acerca das fases etárias das “baladas” e locais frequentados na cidade de Divinópolis.

  1. Tudo começa aos 10 anos de idade quando o ser começa a frequentar o Estrela sozinhos (clube pseudo High Society, porque a alta tem piscina em casa). Acham que estão em condição de liberdade.
  2. Aos 13 ja começam a expor a figura na sorveteria da esquina (Slep) e oganizar encontros diários por lá.
  3. Aos 14 e meio formam-se os primeiros casais e já vão sozinhos comer uma batata no Dia Útil ou mesmo um lanche no Apetites antes de ir para o clube.
  4. Aos 15 tomam  o primeiro porre em um dos camarotes open das festas do homem do curral, e começam a frequentar o Point Beer Teen e juram que estão bombando na noite, mas exatamente as 01h os celulares começam a tocar mostrando as mães desesperadas por seus filhos. Ás 02h já se encerraram os trabalhos.
  5. Além de ser nesta idade que as meninas cumprem o ritual social mais antigo da huminadade, o baile de debutante onde todos ficam bebados com coquiteis sem alcool e comem horres de jujuba. O fim desse ritual é expor a figura nas esquinas da 7 de Setembro com Rio de Janeiro e mostrar que já estão prontas para consumo.
  6. Aos 17 começam a frequentar o Zu Ai (ai mesmo!).
  7. Aos famigerados 18 correm para conhecer o Hangar, permanecendo ali até os 23 onde enjoam e tomam ódio de tal lugar!
  8. É na casa dos 20 que se descobrem a maravilhosa Cervejaria Savassi, que nunca perde a majestade.
  9. Nesta idade começam a festchenha nas casas alheias, porque casa noturna na cidade ja não se tem mais NADA.
  10. Aos quase 50 começa o declínio e a obrigatoriedade de se frequentar a Babilônia Disco Show e o impérios das coroas.
  11. A partir disso se intercala com o Forró do Natal
  12. E no fim do fim, se resguardam no fim de semana e lutam pra sijogar ás terças-feiras no Forró do Lar dos Idosos.

Espero que gostem, e vai dizer que é mentira??!

5_by_przypadek